Os partidos pirata, que lutam por uma maior liberdade na partilha de conteúdos online, formaram uma organização internacional, escreve o Público. Reunidos em Bruxelas, delegados de 44 países aprovaram os estatutos, onde se afirma a posição apolítica do movimento e os seus fins não-lucrativos. “A indústria dos conteúdos está a levar a cabo esforços organizados em todo o mundo para tentar limitar as liberdades cívicas. Hoje [domingo], demos o primeiro passo para contra-atacar”, afirma Gregory Engels, do Partido Pirata Alemão, que irá co-presidir à Internacional Pirata com o luxemburguês Jerry Weyer. Entre as suas prioridades, destaque para direitos legais de posse de exemplares privados de material abrangido por direitos de autor, privacidade na Internet, maior circulação de conteúdos online e mudança das leis em matéria de propriedade intelectual. De acordo com o Público, o partido pirata mais famoso na Europa – o sueco, que elegeu eurodeputados em 2009, mas cuja popularidade está em queda – optou por não aderir ao novo movimento, tal como fez o polaco. A delegação portuguesa esteve ausente devido à nuvem de cinza vulcânica que obrigou ao cancelamento dos voos.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.