Na véspera da segunda Cimeira europeia sobre a situação dos ciganos, que se realiza em Córdova (Espanha) a 8 de Abril (Dia Internacional dos Ciganos), a delegação belga da Amnistia Internacional (AI) solicita à UE e aos Estados-membros que "adoptem medidas concretas que visem o fim da discriminação, da pobreza e da exclusão com as quais se confronta esta comunidade na Europa", que conta com cerca de 8 milhões de pessoas. O diário romeno Adevărul cita, a propósito, Claudio Cordone, secretário-geral provisório da AI, segundo o qual "a UE não consegue obrigar as autoridades nacionais quando estas não respeitam as suas obrigações". "Não podemos aceitar a ideia de que existem cidadãos de segunda categoria na Europa e os líderes europeus devem pôr em prática um quadro político verdadeiro e coerente", conclui.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.