A legislação comunitária encoraja as práticas fiscais fraudulentas na Polónia, lê-se num título do diário Dziennik Gazeta Prawna. A notícia segue-se a revelações sobre uma empresa da província de Małopolskie, que extorquiu mais de 60 milhões de zlotis (15 milhões de euros) ao orçamento de Estado por recuperação do IVA, depois de ter registado uma falsa compra de lâmpadas eléctricas no valor de 250 mil zlotis. Segundo estimativas da Comissão Europeia, a UE perde mais de 100 mil milhões de euros por ano devido a este tipo de práticas. A natureza pan-europeia do fenómeno é evidenciada pelo facto de esta empresa, com sede em Małopolskie, ter mantido relações de cooperação com firmas da República Checa, da Eslováquia, da Áustria e da Alemanha. O diário de Varsóvia escreve que a única solução para as fraudes relacionadas com o IVA seria a unificação dos vários sistemas fiscais da UE ou a instituição de uma política fiscal comunitária.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.