França não poderá proibir o uso do véu islâmico integral de uma maneira "geral e absoluta" no espaço público, pois isso seria ilegal. É esta a substância do parecer que o Conselho de Estado entregou, no dia 30 de Março, ao Governo francês. O princípio da laicidade, evocado pelo executivo para "legislar a todo o custo sobre o porte do véu islâmico integral", impõe-se às instituições e funcionários públicos, mas não à sociedade e aos indivíduos, excepto em estabelecimentos públicos, explica Le Monde.
Uma proibição em nome do princípio da dignidade da pessoa humana também não é admissível, nota o Conselho de Estado, que recorda o facto de o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem proteger o livre-arbítrio, desde que este não afecte terceiros. A solução preconizada é, portanto, limitar a proibição em determinados locais: assembleias de voto, tribunais, salas de exame, por exemplo. Entretanto, já a 31 de Março, os deputados belgas, reunidos em comissão, manifestaram-se a favor de uma lei que visa proibir o véu islâmico integral no espaço público, incluindo a rua, facto inédito na Europa.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.