Um antigo comandante do IRA acusa postumamente Gerry Adams de ser responsável por algumas das piores atrocidades cometidas na Irlanda do Norte, escreve o Irish News na primeira página. Numa série de entrevistas dadas pouco antes de morrer, em 2008, Brendan Hughes, conhecido por O Sombrio, alega que o presidente do Sinn Féin ordenou a morte de Jean McConville, mãe de dez filhos, suspeita de passar segredos às tropas britânicas. Foi assassinada em 1972. No mesmo ano, Adams terá sido, segundo Hughes, “um dos dirigentes do IRA que planearam e deram luz verde à explosão das bombas da Sexta-Feira Sangrenta, em Belfast, que mataram nove pessoas, incluindo duas crianças”, prossegue o diário de Belfast. Adams sempre negou estar envolvido na execução de Jean McConville e na liderança do IRA. Contudo, Hughes é citado a dizer: “Para mim, vê-lo sentado no seu confortável gabinete de Westminster… e a desmentir isso... é como o Hitler a desmentir que tenha havido Holocausto.”
Irlanda do Norte
Fantasma do IRA volta a assombrar Gerry Adams
29 março 2010
Presseurop
The Irish News The Irish News, 29.03.2010
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.