O partido nacionalista Nova Aliança Flamenga (N-VA) apresentou queixa no Centro para a Igualdade de Oportunidades contra o jornal Le Soir, relata o diário flamengo De Morgen. O francófono Le Soir é acusado de incitar ao racismo e ao ódio, por ter comparado um decreto do Governo da Flandres – que estipula que só os falantes de flamengo poderão instalar-se nas zonas daquela região periféricas a Bruxelas – à tortura de membros da Al-Qaeda pelo exército dos Estados Unidos da América. A crónica de Jean-Paul Marthoz era ilustrada pela fotografia de uma vala comum de vítimas de limpeza étnica na Nigéria, "símbolo dos desvios a que leva a lei de Talião". Num editorial, a chefe de redacção de Le Soir, Béatrice Delvaux, diz-se inquieta com o clima político na Bélgica. Já Bart De Wever, do N-VA, afirma estar "farto de ver os flamengos serem comparados a assassinos em massa".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.