SME, 24.03.2010
A polícia financeira suíça abriu um inquérito por branqueamento de dinheiro ao Ministério do Ambiente da Eslováquia. Segundo a primeira página do jornal SME, o Ministério é suspeito de ter vendido, em 2008, as quotas eslovacas de de dióxido de carbono à empresa americana Interblue Group – que entrou em recessão em 2009 e cuja filial europeia se encontra na Suíça –, sem oferta pública de aquisição e por um terço do seu valor, o que representa uma perda de 66 milhões de euros para os cofres do Estado eslovaco. A cerca de três meses das legislativas, estas revelações podem, caso sejam confirmadas, provocar um efeito "devastador" para o Governo de Robert Fico, que se candidata à sua própria sucessão, considera o diário eslovaco.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.