Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE querem “agir” contra a interferência do Irão nas emissões de rádios e televisões ocidentais difundidas por satélite na República islâmica, escreve Le Monde. Cerca de 70 canais estrangeiros – entre os quais a BBC e a Voz da América – foram atingidos no decorrer dos últimos meses. Os 27 querem também “limitar” ou até mesmo “interditar” “a exportação de bens e tecnologias que permitam o controle e a censura”, acrescenta o diário. A alemã Siemens e a finlandesa Nokia, por exemplo, estão na mira, acusadas de terem vendido ao Irão tecnologia que permite a espionagem de telemóveis. Segundo Le Monde, estas decisões são “um primeiro passo para as sanções para forçar Tearão a parar as operações de enriquecimento de urânio”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.