As empresas de relações públicas de Bruxelas apresentaram queixa à Comissão Europeia de uma ONG que a investiga as más práticas de lóbi. Acusam-na de ter desrespeitado as orientações da UE, inform euobserver.com. A Associação Europeia de Consultoria em Matéria de Assuntos Públicos (Epaca), o órgão de exame das empresas que exercem pressão sobre as instituições europeias, afirma que a ONG Corporate Europe Observatory (CEO) infringiu o código de conduta dos representantes de interesses na UE. A Epaca afirma que o funcionário do CEO incorre em falsidades por se ter feito passar por jornalista na correspondência que trocou com a Burson Marsteller, consultora de grupos de pressão. Na verdade, estava a realizar investigação privada. O grupo, refere o euobserver.com, “estava a tentar investigar que empresas em Bruxelas exerciam pressão em nome do Sri Lanka, da Bulgária, do Botsuana e das ilhas do Canal da Mancha”. As consultoras que trabalham em nome de governos acusados de actividades duvidosas argumentam que não estão a exercer pressão, mas sim a "divulgar a marca do país".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.