No que diz respeito à luta contra a corrupção e o crime organizado, a Roménia tem de se esforçar mais, enquanto a Bulgária parece estar no bom caminho. São as conclusões do último relatório da Comissão Europeia sobre os progressos de Bucareste e Sófia nesta matéria, apresentado a 23 de Março e de que o diário de Bucareste România Liberă publica excertos. “Em Bucareste, os inquéritos sobre os casos de corrupção ao mais alto nível são constantemente adiados; em Sófia, pelo contrário, existe uma verdadeira vontade política de combater o crime organizado e a corrupção”, diz o relatório. A batalha está longe de ser ganha, a crer noutro jornal romeno, o Jurnalul Naţional, que lembra as recentes manifestações de apoio a autarcas investigados por suspeita de corrupção organizada, em várias cidades por eles administradas. “Os romenos já não saem à rua para pedir uma vida melhor, mas para apoiar pessoas que têm algemas nos pulsos”, lamenta o jornal.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.