O barão da imprensa Rupert Murdoch e a lei britânica sobre difamação estão em destaque num relatório parlamentar publicado a 24 de Fevereiro, escreve The Guardian. Elaborado por uma comissão multipartidária, que analisou as normas da imprensa em matéria de privacidade e difamação, o documento é "contundente" no que se refere à conduta do semanário News of the World, propriedade de Murdoch. Esse jornal colocou sob escuta os telefones da polícia, de membros da família real e de ministros, "numa escala quase industrial". O escândalo rebentou na imprensa britânica em 2009.
Segundo The Daily Telegraph, o relatório também conclui que a legislação britânica, que permite que litigantes estrangeiros, independentemente da sua origem, interponham processos por difamação em tribunais britânicos, é "excessivamente flexível" e representa uma ameaça para "a reputação do país em matéria de liberdade de expressão". Pedindo uma reforma urgente da lei, para pôr termo ao aumento do turismo de difamação, o relatório defende ainda a realização de um inquérito judicial ao gigantesco grupo mediático de Rupert Murdoch, a News International.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.