Vias de comunicação bloqueadas e destruição por todos os lados. As violentas chuvas que mataram, pelo menos, 43 pessoas durante o fim-de-semana deixaram a Madeira em estado de catástrofe. Para fazer face aos custos de reconstrução da ilha portuguesa “a UE não estabelece limites para as ajudas”, anuncia o Diário de Notícias. O carácter excepcional desta tragédia assegura, desde já, 75 milhões de euros de ajuda no quadro do Fundo de Solidariedade da União Europeia, mas este montante pode aumentar, explica o diário lisboeta. “Este fundos é geralmente usado para prejuízos muito grandes, na ordem dos três mil milhões de euros, ou então de 6% do PIB do país em questão. No caso de uma calamidade regional, não há valor limite”, afirma a eurodeputada Graça Carvalho. Já o jornal Público espera que a reconstrução venha a estabelecer novas regras urbanísticas na ilha, porque, sublinha, as construções nas margens das ribeuras e a desertificação das montanhas agravaram os efeitos das chuvas.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.