“Governo faz marcha atrás no Tibete”, titula o Politiken. No momento em que Obama recebe o Dalai Lama, as autoridades dinamarquesas deixam de se opor à autonomia do Tibete. No entanto, em Dezembro, lembra aquele jornal diário, “foi declarado que a Dinamarca era contra a independência do Tibete”. Uma declaração publicada na véspera da Cimeira de Copenhaga sobre o clima, para “afagar” a China, que tinha protestado contra uma visita do Dalai Lama àquele país, na Primavera anterior. “Mas, agora, o tom mudou”, escreve o Politiken, e o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Per Stig Møller, propõe que o Parlamento convide a um diálogo “que garanta uma verdadeira autonomia aos tibetanos, no quadro da Constituição chinesa, que respeite a liberdade religiosa e os Direitos do Homem”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.