"A perseguição de que é alvo a União de Polacos na Bielorrússia (UPB) atingiu o auge e chegou a altura de a Polónia responder", escrevve o diário de Varsóvia Gazeta Wyborcza , referindo-se à rápida intensificação do conflito entre Minsk e Varsóvia. Dois dias depois de uma "conversa dura" entre os ministros dos Negócios Estrangeiros dos dois países, as autoridades da Bielorrússia detiveram mais de 40 membros da UPB, ilegalizada. Antes, a polícia ocupara o centro cultural Casa da Polónia, em Ivyanets. "A UPB, a maior ONG não política na Bielorrússia, está na vanguarda daquilo que, para o regime bielorrusso, é a ‘terrível doença’ da democracia", insiste o diário liberal, que pede ao Governo polaco que tome medidas drásticas contra o Governo de Alexander Lukashenko. "Vamos dizer basta a Lukashenko!", diz o editorial da Gazeta , em que apela à UE para que ameace a Bielorrússia com sanções, se esta não parar de perseguir a minoria polaca. "Como todos os regimes, o da Bielorrússia só entende a força bruta", declara a concluir.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.