Os membros do Eurogrupo escolheram o português Victor Constâncio para ser o próximo vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE). "O actual governador do Banco Central de Portugal foi preferido aos seus homólogos luxemburguês, Yves Mersch, e belga, Peter Praet. Irá substitui o grego Lucas Papademos, cujo mandato termina no fim de Maio", escreve o La Tribune.
Este diário económico de Paris acrescenta que a nomeação de Constâncio "abre a porta à do actual governador do Bundesbank alemão, Axel Weber, para a presidência do BCE", no lugar do francês Jean-Claude Trichet, "que irá reformar-se em 2011". "O costume prevê que seja mantido o equilíbrio entre os países do norte e os do sul, na atribuição de cargos europeus", recorda o La Tribune, segundo o qual "a crise que está a ser vivida pela Grécia, por Portugal e pela Espanha pesou na decisão dos ministros das Finanças da zona euro".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.