Poucas horas antes da votação de 7 de Junho, o Partido Social-Democrata romeno acaba de publicar um “Guia de procedimentos antifraude”, anuncia o Cotidianul. O diário salienta, contudo, que "este guia pode ser também uma excelente fonte de inspiração para quem queira cometer fraudes". Destinado aos membros do partido, que se espera que assim aumentem o seu nível de vigilância, o guia passa em revista nada menos de 18 métodos fraudulentos. Entre eles, o "Engarrafamento" designa o gerar de uma confusão para impedir o acesso a uma secção de voto onde certo partido é dado como favorito; o “Matinal" consiste em introduzir muito cedo nas urnas umas dezenas de boletins de voto já preenchidos; a “Gorja" consiste em remunerar eleitores que votaram "como deve ser"; por último, o método "Estaline" prevê que certos boletins sejam "deslocados" de uma pilha para outra, num momento de distracção.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.