O Hamas exigiu que a União Europeia impeça que os serviços de segurança israelitas usem passaportes da UE para perpetrar homicídios dirigidos contra os seus membros destacados, relata o euobserver.com. O pedido surge depois de Mohammed al-Mabhuh, ligado à facção militar do movimento palestiniano, ter morrido "em circunstâncias misteriosas no Dubai, a 20 de Janeiro”. Sugerindo que a Mossad, os serviços de informações de Israel, foi a responsável, “a polícia do Dubai, que investiga a morte, revelou que Al-Mabhuh foi envenenado por sete indivíduos que viajavam com passaportes europeus. O porta-voz do Hamas, Ghazi Hamad, declarou: "A Mossad utiliza todos os meios para conseguir os seus objectivos, recorrendo frequentemente a passaportes europeus para se infiltrar em países árabes". As autoridades israelitas não confirmam nem desmentem a responsabilidade do seu país no assassínio, embora acuse o falecido de ter fornecido mísseis iranianos aos militantes em Gaza, território controlado pelo Hamas, relata o website.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.