"Os Estados ribeirinhos do Danúbio e representantes da Comissão Europeia e do Comité das Regiões iniciaram uma série de debates transnacionais, em Ulm, na Alemanha, com o propósito de ver adoptada uma estratégia europeira para o Danube", anuncia o România liberâ. Esboçado no início de 2007, aquando da adesão da Roménia e da Bulgária à UE, este projecto visa desenvolver as regiões que o rio atravessa, na Alemanha, Áustria, Eslováquia, Hungria, Roménia e Bulgária. A estratégia engloba três eixos: a interconexão das redes energética, de comunicação e de transporte; a melhoria da navegação e a protecção do ambiente; a defesa comum contra as inundações. Esta estratégia “será financiada apenas pelos fundos europeus já atribuídos a cada um dos países", previne o diário de Bucareste. A Áustria e a Roménia, que estão na origem do projecto, "inspiraram-se na iniciativa macro-regional do mar Báltico", explica o România liberâ.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.