A legislação britânica relativa à criminalização de pessoas que ajudaram familiares a morrer foi posta em causa depois da absolvição de uma mulher acusada de tentar matar a filha, titula o Daily Telegraph. Num julgamento que relança o debate, há muito em curso, sobre a eutanásia e o suicídio assistido, Kay Gilderdale foi declarada não culpada de tentativa de assassinato na pessoa da sua filha, Lynn, que decidira que "queria pôr termo à vida, por o seu corpo ter sido ‘arruinado’ por 17 anos de síndrome de fadiga crónica". Kay Gilderdale ajudou-a no suicídio, "dando-lhe comprimidos para dormir e antidepressivos e injectando-lhe ar nas veias, em Dezembro de 2008, depois de a filha se ter injectado com morfina". Na noite passada, alguns activistas declararam que este processo judicial mostrava que a legislação sobre o assunto continuava a ser "uma confusão" e precisava de ser revista, tendo ainda citado o caso de Frances Inglis, de 57 anos, que, na semana passada, foi condenada a 9 anos de prisão, por ter dada uma dose fatal de heroína ao seu filho Thomas, de 22 anos, que sofria de lesões cerebrais graves.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.