Três anos depois da adopção pela Comissão Europeia das directivas sobre a igualdade racial e sobre a igualdade dos homens e mulheres no local de trabalho, que deveriam “proporcionar a todos os cidadãos da União Europeia um nível mínimo de protecção legal contra as discriminações", o jornal Dilema Veche faz um primeiro balanço. Aquele semanário constata que "a Roménia oferece um concentrado de exemplos negativos". Constatam-se, com efeito, episódios de intolerância associados à orientação sexual e discriminações entre homens e mulheres no local de trabalho; além disso, dentro da UE, os próprios romenos são discriminados, ao ponto de o jornalista se interrogar se "têm as mesmas oportunidades que os outros europeus". Citado pelo Dilema Veche, o eurodeputado Cristian Preda considera que, na Europa, "as barreiras nos mercados de trabalho ainda não desapareceram, para os romenos, e as barreiras étnicas afectam muitos cidadãos de etnia cigana".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.