Face às ameaças de anti-semitismo e para facilitar a integração, muitas famílias judias francesas decidiram, após a Segunda Guerra Mundial, afrancesar o apelido. Os Rozenkopf passaram a ser os Rosent, os Rubinstein tornaram-se os Raimbaud, os Wolkowicz, os Volcot, etc. “Em busca das suas raízes, alguns dos seus descendentes tentam, hoje, ‘recuperar’ o seu nome original”, diz o Liberation. Reunidos em torno da associação A Força do Nome, apresentaram recentemente a sua pretensão ao Conselho de Estado (a mais alta jurisdição administrativa). “Se é possível que qualquer estrangeiro afrancese o seu nome, o inverso é proibido”, acrescenta o jornal, “enquanto que nos Estados Unidos, a possibilidade de voltar a ter o apelido original existe desde há várias dezenas de anos”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.