Na Dinamarca, apenas 200 mulheres usam niqab (o véu negro que lhes cobre a cara deixando só os olhos descobertos) – e três usam burqa. Estas são as conclusões de um estudo feito pela Universidade de Copenhaga, a pedido do Governo dinamarquês, no Verão passado. No entanto, diz o Jyllands-Posten, o Governo não sabe ainda que medidas tomar sobre o assunto: uma lei que proíba o véu integral ou uma norma no Código Penal, que proíba impor a outra pessoa certos comportamentos – entre os quais, por exemplo, o uso da burqa. Por seu lado, sublinha este jornal conservador, o Partido do Povo dinamarquês, a formação de extrema-direita de Pia Kjærsgaard, tal como a Aliança Liberal (os dois partidos que apoiam o Governo, embora não participem na sua composição) não pouparam os métodos usados pela Comissão, criticando, entre outros aspectos, terem sido consultados os imãs (ou seja, os extremistas). O debate sobre o véu integral também está na ordem do dia em França: segundo uma sondagem publicada pelo jornal Le Figaro, 57% dos franceses declaram que são favoráveis “a uma lei que interdite o uso da burqa” no seu país.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.