À falta de espaços onde construir os novos centros de acolhimento para os requerentes de asilo, estes têm de permanecer nos centros de detenção até que as autoridades austríacas deliberem sobre o seu futuro. Assim, conta o Die Presse, perante os protestos das populações e a recusa dos municípios em albergar os centros previstos há meses, a ministra do Interior, a conservadora Maria Fekter, propõe "a permanência obrigatória” nos centros de detenção, a partir do momento em que apresentam o pedido.
Esta restrição de liberdade dos requerentes de asilo não constitui nem "uma detenção", nem "uma reclusão", defende-se a Dama-de-Ferro austríaca. Mas o diário vienense, disposto a levantar os tabus do debate sobre a imigração, constata que um "encarceramento” de 28 dias (prazo previsto para a deliberação), pode ser contrário à Convenção Europeia dos Direitos do Homem.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.