A ciência domina o mundo moderno, escreve o bloguista de ciência Frank Swain no Guardian. Mas poucos sabem o que pensam os candidatos às eleições europeias sobre questões científicas. Swain enviou um questionário aos principais partidos do Reino Unido. “Os resultados são preocupantes”, diz. Conservadores e Trabalhistas ignoram este assunto vital nos seus programas, os eurocépticos do UKIP – UK Independence Party insistem que o conceito de mudança climática induzida pelo homem é “uma conspiração”.
Os Verdes propõem a proibição de pesquisas que envolvam células estaminais embrionárias e a importação de organismos geneticamente modificados. Para um partido com reputação progressista, revelam “desinteresse em saber se a pesquisa produz provas de benefícios contrários à sua opinião”. Isto, argumenta, podia ter “consequências desastrosas”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.