“De Gucht não pode ir ao Congo”, titula o De Standaard: o actual Comissário Europeu para o Desenvolvimento (e próximo Comissário para o Comércio) foi informado, pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros congolês, de que, neste momento, é indesejado na República Democrática do Congo (RDC). Kinshasa censura Karel De Gucht pelas palavras por ele usadas durante um debate do Parlamento Europeu, em Dezembro. O Comissário denunciou a ausência, entre outras coisas, de “contrapartidas apropriadas” por parte das autoridades congolesas perante a ajuda europeia. Para o De Standaard, De Gucht podia ter-se mostrado mais diplomático mas “na realidade, não disse se não a verdade”. A reacção de Kinshasa foi programada, adianta o diário flamengo, porque as autoridades congolesas têm uma conta corrente com De Gucht, “desde que ele declarou, em 2004, não conhecer homens políticos competentes no Congo”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.