O Reino Unido ameaçou bloquear a adesão da Islândia à União Europeia (UE) depois de o Presidente ter vetado um empréstimo de 3,8 mil milhões de euros, relata The Times. O ano passado, quando o Reino Unido e a Holanda garantiram os depósitos de um número superior a 400 mil investidores afectados pela falência do Icesave, uma filial online do segundo maior banco da Islândia, o parlamento islandês aprovou uma lei para a calendarização dos pagamentos. O presidente Ólafur Grimsson, porém, “surpreendeu a comunidade financeira internacional ao recusar-se a assinar a lei para o pagamento da dívida”, refere o diário londrino. O presidente da Islândia declarou “que o assunto será submetido ao referendo dos 243 mil eleitores islandeses” pois são eles que, em última análise, vão ter de desembolsar o dinheiro durante 15 anos. Lord Myners, secretário de Estado britânico para o sector Financeiro, alerta para o facto de os islandeses se arriscarem a ficar com o “estatuto de párias”. A Islândia “sacrificaria a sua relação com a UE se não pagasse esta dívida”, afirmou.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.