A cidade de Culemborg, no centro dos Países Baixos, declarou, em 4 de Janeiro, o estado de emergência no bairro de Terweijde, anuncia o De Volkskrant. Na passagem do ano, eclodiram ali violentos confrontos entre as comunidades originárias de Marrocos e das Ilhas Molucas (Indonésia). Estiveram envolvidos nos confrontos cerca de 100 membros de cada um dos grupos, que, segundo o diário de Amesterdão, seguem a divisa "olho por olho, dente por dente".
A proibição de ajuntamentos aplica-se inclusivamente a reuniões de 4 pessoas no espaço público e a RSA utiliza veículos de intervenção. A polícia instalou mesmo "barreiras de cimento, para evitar a fuga dos que perturbam a ordem pública", refere o Trouw. No entanto, no entender de alguns jovens, "ser detido confere prestígio" e não terá portanto um efeito dissuasor, salienta o chefe das forças da ordem. O presidente da Câmara da cidade espera por isso que encontros com as duas comunidades venham a produzir uma "solução duradoira" para o problema.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.