O Instituto Científico do partido CDA (Apelo Democrata-Cristão) exorta esta formação política a “não colocar a tónica na identidade nacional nos debates sobre imigração”, porque esta identidade é “temporal e variável”, informa o diário Trouw, na primeira página. Este tema, muito debatido em França, “corre o risco de eclipsar os valores da diversidade e levar a uma desintegração social”, considera o centro de reflexão. O CDA deve, igualmente, “diferenciar-se dos partidos que tiram proveito de sentimentos nascentes de desconfiança (entre comunidades), incitando esses mesmos sentimentos”.
Num relatório apresentado a 16 de Dezembro, com o objectivo de encontrar uma resposta democrata-cristã aos sentimentos de receio no seio da população holandesa, o instituto lembra, também, que a ideologia democrata-cristã se funda na confiança. O jornal elogia esta posição de distanciamento em relação às “tentativas de definir a identidade nacional” pelas quais os trabalhistas e os liberais “se deixaram tentar nos últimos anos”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.