Criou-se um incidente diplomático entre o Reino Unido e Israel, por causa de um mandado de captura contra a ex-ministra israelita dos Negócios Estrangeiros, no momento em que Tzipi Livni se preparava para uma viagem a Londres, revela The Times. “O mandado destinava-se a questionar Tzipi Livni sobre o seu papel na ofensiva israelita do Inverno passado, na Faixa de Gaza, que levou a que as duas facções beligerantes fossem acusadas de crimes de guerra”, refere o diário londrino.
Sabe-se que o Governo israelita ficou “furioso” com esta medida e emitiu “um aviso irritado no qual afirma que os seus laços com o Reino Unido se encontram em perigo”. Em declarações numa Conferência de Segurança, a ex-ministra israelita dos Negócios Estrangeiros, que acabou por cancelar a viagem a Londres e, consequentemente, o encontro com um grupo de israelitas radicado na capital britânica, declarou-se “orgulhosa” do seu papel na Operação Chumbo Fundido – a ofensiva israelita contra militantes palestinianos que lançaram rockets sobre Israel, a qual se prolongou durante três semanas e provocou a morte de 1400 palestinianos e 13 israelitas.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.