Timpul, 13.12.2009
"Provocação anti-semita no centro de Chisinau", lê-se na primeira página do diário Timpul de 13 de Dezembro, um dia depois da manifestação em que centenas de pessoas "com bandeiras ortodoxas, martelos e bastões" destruíram a "hanukkia" – o candelabro judeu de nove braços – que as autoridades tinham instalado num jardim público da capital por ocasião da festa do Hanukkah. Mobilizados por um padre ortodoxo, que esperava assim "defender a sua pátria", os manifestantes instalaram uma cruz de madeira no lugar do candelabro. A comunidade judia da Moldávia é composta por 23 mil membros, num país com quatro milhões de habitantes.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.