O Jurnalul Naţional(JN) indigna-se hoje com a "fraude do CO2". Segundo um comunicado da Europol (serviço europeu de polícia, com sede em Haia) citado por este diário de Bucareste, "o sistema europeu de venda de direitos de emissão de CO2 foi alvo de uma enorme fraude, durante os últimos 18 meses, com perdas de cinco mil milhões de euros para o fisco" de vários países. O organismo de cooperação policial europeia considera que, em alguns países, as actividades "fraudulentas" representaram até 90% do total das vendas de direitos de emissão. A fraude consiste na compra, por uma pessoa com actividade noutro país que não o seu, de direitos de emissão isentos de IVA, que essa pessoa vende depois a empresas do seu país, então com aplicação do IVA. A pessoa que vende o certificado embolsa o valor do IVA. "No Reino Unido foram já detidas nove pessoas", afirma o JN, que recorda que as transacções relativas aos direitos de emissão foram iniciadas em 2005, no quadro da política da UE para o clima. A venda de direitos é efectuada na Bolsa.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.