"A economia alemã mantém-se fiel à Europa de Leste", escreve o Handelsblatt citando uma sondagem realizada junto de 1 000 empresários alemães. "Apesar de as economias dos países de Leste se encontrarem em queda livre, as empresas alemãs estão muito satisfeitas com a sua implantação na região." Ao lado da Polónia, o único país da região onde se registou um crescimento do PIB (0,8%), a República Checa, a Eslováquia e Eslovénia são os países que oferecem melhores condições de acolhimento das empresas. A região representa 12% do comércio externo alemão, mais do que os Estados Unidos e a China, em conjunto. "Mesmo depois do aumentos dos salários, o Leste continua a ser interessante", porque os custos atingem apenas 25% dos custos na República Federal, salienta este diário económico. Único senão, segundo os empresários: o incumprimento dos prazos de pagamento.
Economia
Alemanha aposta no Leste
2 junho 2009
Presseurop
Handelsblatt
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.