Os tempos são duros para as minorias na Europa. Com efeito, segundo o relatório de 2009 sobre as minorias e a discriminação (EU-MIDIS), da Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais (FRA), não é bom ser-se brasileiro em Portugal, africano (da África a sul do Sara) na Irlanda, africano (do Norte de África) em Itália, somali na Finlândia ou na Dinamarca ou simplesmente africano em Malta. E, salienta The Irish Examiner, não há dúvida de que não é bom ser-se cigano na República Checa, na Hungria, na Polónia ou na Grécia. Estes últimos levam a palma da população mais discriminada na Europa, revela – sem que isso seja surpresa – o inquérito, realizado junto de 23 mil imigrantes e membros das minorias e de cinco mil outros cidadãos que vivem nos 27 países da União Europeia. A discriminação faz-se sentir, sobretudo, no local de trabalho e na educação e os casos não são denunciados porque "as vítimas estão convencidas de que isso não iria mudar nada", acrescenta o diário de Cork.
Racismo
Ciganos são os mais discriminados da União
10 dezembro 2009
Presseurop
Irish Examiner Irish Examiner, 10 Dezembro 2009
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.