Nove ministros da Energia assinaram uma declaração conjunta em que se propõem criar uma rede que ligará os moinhos de vento existentes e futuros do Mar do Norte, anuncia De Morgen. Um "acordo histórico", diz em título este diário flamengo, que explica que os países envolvidos (Bélgica, França, Holanda, Alemanha, Luxemburgo, Grã-Bretanha, Irlanda, Suécia e Dinamarca) terão assim a garantia de fornecimento de energia, mesmo nos dias em que o vento não sopra nos respectivos territórios nacionais. A Noruega associou-se ao projecto, para fornecer energia hidráulica, precisa o jornal. Até 2020, a União Europeia pretende produzir 150 gigawatts de energia eólica (contra os 7 gigawatts actuais), o que implica a construção acelerada de turbinas. Bart Bode, director da Organização Flamenga para as Energias Sustentáveis, espera que o exemplo do projecto seja seguido: "Por que não criar também uma rede de energia solar nos países mediterrânicos?"
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.