Anos de vacas magras são o que o futuro próximo reserva para a Europa Central e de Leste, adverte o último relatório do Banco Mundial, citado pelo Dziennik Gazeta Prawna. Segundo os especialistas do BM, no próximo ano, o número de famílias da região sem capacidade para honrar os serviços da sua dívida aumentará em 20 pontos percentuais. Entre os mais duramente atingidos deverão incluir-se os cidadãos dos Estados bálticos e também da Roménia, Bulgária e Hungria.
O relatório explica que, em 2010, se assistirá à segunda fase de recessão, com os primeiros sinais visíveis de recuperação económica, mas igualmente com ondas de choque da crise do ano passado voltando a repercutir-se com força renovada. "Isto far-se-á sentir mais fortemente na Europa Central e de Leste, onde, nos últimos anos, as pessoas prosperaram, graças ao clima económico benéfico e ao crédito barato. Para os habitantes da Europa pós-comunista, os empréstimos foram o trampolim para melhorar o nível de vida", refere o relatório do Banco Mundial. Os sonhos de uma vida melhor foram destruídos alguns meses após a eclosão da crise mundial quando as exportações – a força impulsionadora das economias da Europa de Leste – caíram e o desemprego começou de novo a subir fortemente.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.