Pôr-do-sol na catedral de St. Paul em Londres? Haja o que houver, não pegue na máquina fotográfica. O The Independent noticia, na primeira página, que a polícia manda parar um número cada vez maior de fotógrafos amadores e profissionais suspeitos de serem “terroristas em missão de reconhecimento”. Dois turistas austríacos que se preparavam para fotografar uma paragem de autocarro em Londres foram vítimas foram vítimas desse excesso de zelo, bem como o famoso fotojornalista Martin Parr, “a fotografar um grupo de boémios em Liverpool”. Isto segue-se à publicação do relatório Lord Carlile sobre a Secção 44 da Lei do Terrorismo de 2000, segundo a qual, e no meio de alguma controvérsia, pode haver áreas identificadas como "zonas de controlo policial" por serem consideradas potenciais alvos de ataques terroristas. Um amador foi recentemente mandado parar em Brighton por ter tirado fotografias “às iluminações de Natal, a caminho do emprego”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.