Os seus fundadores definem-se como “antipopulistas”. TOP 09 o novo partido político, dirigido pelo antigo chefe da diplomacia checo, Karel Schwarzenberg, recolhe mais de 11% das intenções de voto nas sondagens, o que lhe permitiria tornar-se a terceira formação do país, à frente do Partido Comunista, nas eleições legislativas previstas para a próxima Primavera. O TOP 09 apresenta-se em concorrência com o ODS, o Partido Democrático Cívico do antigo primeiro-ministro Mirek Topolánek. “A sua estratégia baseia-se em todas as reformas necessárias que o ODS, o principal partido de direita, não ousou promover”, escreve o Hospodářské Noviny.
“O TOP 09 suscita grandes esperanças”, acrescenta o diário económico. A sua popularidade aumentará se mantiver a vontade de lutar contra a corrupção, demonstrada na recusa em recrutar aquilo a que o site de informação Aktualne.cz chama “almas negras”: os políticos corruptos e com passado comunista.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.