Iremos ouvir falar de um “efeito Connie” à escala europeia? A popular ministra dinamarquesa do Clima, Connie Hedegaard, muito activa na preparação da cimeira de Copenhaga, vai deixar o cargo para se tornar comissária europeia, adianta o Politiken. O diário explica que deve manter as mesmas atribuições em Bruxelas, porque José Manuel Durão Barroso quer criar um lugar de Comissário do Clima.
Na primeira página do Politiken, Connie Hedegaard aparece acompanhada de Lykke Friis, uma catedrática conhecida pela sua capacidade de explicar as questões europeias, que é quem lhe vai suceder no Ministério do Clima. O jornal considera que, ao escolher esta forte personalidade para um cargo que deveria desaparecer após a cimeira de Copenhaga, o primeiro-ministro Lars Løkke Rasmussen demonstra a sua vontade de intervir neste domínio.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.