A guerra contra o Iraque foi ou não "legal"? Esta será a questão principal na mente de comissão de inquérito presidida por Sir John Chilcot, quando iniciou, a 24 de Novembro, as audições sobre a decisão de Grã-Bretanha de se juntar à invasão de 2003, liderada pelos Estados Unidos. No entanto, segundo afirma hoje o Guardian, na primeira página, essa análise ultrapassa o âmbito do inquérito por ele conduzido. Personalidades importantes da área da Justiça, que há muito defendem que a guerra "constituiu uma grave violação do direito internacional", põem em causa a sinceridade da declaração de Sir John de que a "legalidade" da guerra é a questão central, uma vez que o painel a que preside "não inclui um único juiz ou advogado". O diário londrino salienta que o facto suscita dúvidas sobre "a disposição do Governo, que ordenou o inquérito, de apurar seriamente se agiu dentro da legalidade". Mas uma questão não foi até agora levantada: saber se uma guerra "legal" justificaria a morte violenta de, até à data, cerca de 100 000 civis?
Grã-Bretanha
Guerra no Iraque foi ilegal?
24 novembro 2009
Presseurop
The Guardian The Guardian, 24 de Novembro de 2009
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.