O controverso "Grande debate sobre a identidade nacional", lançado no início de Novembro pelo ministro da Imigração e Identidade Nacional, Eric Besson, deverá ser animado em todo o país pelos governadores civis. Para tal, receberam do Governo um questionário que supostamente os poderá ajudar a organizar a consulta aos cidadãos. O L'Humanité revela o seu conteúdo. Este documento "apresenta os imigrantes como um risco para a França", considera o diário comunista.
Efectivamente, de dezasseis capítulos, quatro referem-se aos imigrantes, com perguntas consideradas "especialmente anti-republicanas", do tipo: "Como evitar a chegada ao nosso território de estrangeiros em situação irregular, com condições de vida precárias geradoras de desordens diversas (trabalho clandestino, delinquência)?"; "Os valores da identidade nacional são compatíveis com o comunitarismo?", etc. Salienta-se ainda que os autores do questionário não dedicaram senão um capítulo marginal à questão da identidade europeia.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.