O público britânico está de novo a recuperar do choque causado por notícias de que os seus “rapazes” possam ser culpados de atitudes impróprias em solo estrangeiro. The Independent apresenta o testemunho de um soldado do exército britânico que acusa o seu superior e alguns antigos camaradas de espancarem e torturarem prisioneiros iraquianos. Durante a investigação à morte do civil iraquiano Baha Mousa, ocorrida em Setembro de 2003, o ex-cabo Donald Payne mudou o seu testemunho e afirmou que ele e os companheiros tinham “actuado por vingança” pela morte de quatro camaradas no sul do Iraque. Os alvos da sua vingança, nove civis iraquianos capturados, “foram regularmente pontapeados e esmurrados”, relata o diário londrino. Baha Mousa morreu de “asfixia e 93 ferimentos diferentes”. Payne afirmou que ocultara, anteriormente, a gravidade das agressões, devido a uma "lealdade mal orientada". O cabo afirmara que apenas havia “dado uns carolos” ou “umas bofetadas” aos detidos [em 2006, Payne foi o primeiro membro das forças armadas britânicas a ser condenado por um crime de guerra, quando se declarou culpado, num conselho de guerra, de tratar os civis iraquianos de forma desumana].
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.