The Observer, 1 janeiro 1970
The Observer escreve que 800 britânicos, a maioria dos quais sofre de doença terminal, estão inscritos na lista de espera da clínica suíça Dignitas, de apoio ao suicídio. O suicídio assistido é legal na Suíça. Na Grã-Bretanha, “quem quer que ajude, induza, aconselhe ou apoie o acto de suicídio de outra pessoa pode apanhar até catorze anos de prisão”.
O debate é renhido entre os britânicos, nomeadamente em torno dos viajam até à Suíça para ajudar os cônjuges ou outros familiares a morrer. Esta semana, relata o The Observer, “um grupo influente de pares do Reino, nomeadamente a baronesa Jay, até há pouco líder da Casa dos Lordes, procurará terminar o que considera ser uma situação antiquada e desumana”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.