"Um emprego para um pedido de asilo recusado”. O diário dinamarquês Politiken lança hoje uma campanha de fundos junto dos seus leitores, para criar um centro de informação sobre o Iraque. Objectivo: dar trabalho a 100 refugiados iraquianos que não obtiveram autorização de residência na Dinamarca. Empregados como consultores ou conferencistas, receberão cerca de 32.000 coroas por mês (perto de 4.300 euros), o que lhes permitirá obter rapidamente uma licença de perrmanência na Dinamarca, em conformidade com uma lei destinada a atrair mão-de-obra qualificada para o país. Quando um membro de uma família obtém esta licença, o resto da família pode ficar com ele. “Quando o Estado não quer ajudar, a sociedade civil tem de intervir”, explica o chefe de Redacção do Politiken, Tøger Seidenfaden, no editorial. O Governo e o Partido do Povo, seu aliado de extrema-direita no Parlamento, anunciaram já a intenção de bloquear esta iniciativa.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.