A comunidade polaca da Lituânia perdeu a batalha para que os nomes nos passaportes fossem escritos com a grafia polaca. O Tribunal Constitucional da Lituânia decidiu que a grafia polaca não pode ser utilizada em documentos oficiais de identificação. "É um indício de que os lituanos ainda não estão disposto a resolver a questão", lamenta o eurodeputado Waldemar Tomaszewski(em Lituano, Valdemar Tomaševski), líder da Acção Eleitoral dos Polacos na Lituânia, que disse ir apresentar o caso ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em Estrasburgo. Apesar das promessas feitas pelos sucessivos Governos lituanos e pelo Presidente do país, a questão, que se arrasta desde 1994, continua a dificultar as relações entre Varsóvia e Vilnius. Conforme salienta com justeza o Rzeczpospolita, os lituanos que vivem na Polónia têm a liberdade de escrever os seus nomes usando a grafia lituana.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.