"Todos os cidadãos têm direito à Internet", intitula o De Standaard. Este diário refere-se ao acordo entre o Parlamento Europeu e o Conselho sobre ao chamado "Pacote das telecomunicações", cuja nova versão está a ser analisada pelos deputados europeus. Os Fornecedores de Acesso à Internet (FAI) só poderão cortar a ligação dos seus clientes que tenham violado os direitos de autor depois de um procedimento judicial conforme com a Convenção Europeia dos Direitos do Homem (CEDH).
O jornal explica que "a despeito do lobbying intenso por parte das indústrias da música e do cinema", a União Europeia reconheceu assim "que a Internet é essencial para o exercício de direitos fundamentais como o acesso à informação e a liberdade de expressão". De facto, até agora, um artista que considerasse que os seus direitos de autor tinham sido violados por um internauta podia pedir ao FAI deste último que cortasse a ligação. O De Standaard especifica que "só os casos muito graves, como a pornografia pedófila ou o terrorismo permitem a desobediência ao procedimento previsto".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.