Ao aprovar, a 5 de Novembro, a passagem do futuro gasoduto Nord Stream pelo largo das suas costas, a Suécia e a Finlândia levantaram as últimas dúvidas sobre este projecto, lançado pela Rússia e pela Alemanha em 2002. Com a imprensa polaca e báltica preocupada com as consequências para a segurança energética dos respectivos países, o diário sueco Dagens Nyheter destaca, na sua primeira página, as preocupações dos habitantes da ilha de Gotland, situada precisamente no traçado definido pelos mentores do Nord Stream. No seu editorial, o jornal recorda o facto de a Europa receber da Rússia um quarto do seu gás e que, face a Moscovo, "é necessária uma política europeia de segurança comum". "O autoritarismo de Moscovo representa um problema de política de segurança. As divisões internas no seio da União Europeia, também", considera o Dagens Nyheter.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.