La Vanguardia, 3 Novembro 2009
Vladimir Putin levanta a possibilidade de uma nova crise do gás entre a Rússia e a Ucrânia, e é a Espanha, o próximo país a presidir à UE, que se preocupa. Numa altura em que Kiev pode não estar em condições da pagar os fornecimentos de gás russo, o secretário de Estado espanhol para a União Europeia preveniu que “as relações Rússia-Ucrânia não se podem sobrepor às relações Rússia-UE”, escreve o La Vanguardia. Em visita a Moscovo, para preparar os processos da presidência espanhola, Diego Lopez Garrido qualificou a UE e a Rússia como “actores globais”; e considerou que não tinha “muita esperança de assinar em breve um novo acordo estratégico entre Bruxelas e Moscovo”, sobre a questão da energia.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.