O ministro britânico do Interior, Alan Johnson, enfrenta esta segunda-feira uma situação desagradável – a da ameaça de paralisação do conselho consultivo do Governo para as questões ligadas à droga, escreve o Guardian. O problema surgiu este fim-de-semana, na sequência da decisão de Johnson de demitir o presidente daquele organismo, professor David Nutt, por "fazer campanha contra a política do Governo", em especial no que se refere à questão da classificação do canábis. No princípio deste ano, o ministro reclassificou o canábis como droga de classe B, em vez de classe C – o que envolve penalidades mais pesadas por posse – mas o professor Nutt defende que, tal como o ecstasy e o LSD, o canábis é menos nocivo do que o álcool e os cigarros. O afastamento do professor Nutt provocou o pedido de demissão, este fim-de-semana, de dois outros membros do Conselho Consultivo sobre o Abuso de Drogas, que acusa Johnson de "distorcer provas científicas sobre o canábis" com finalidades políticas. Este diário londrino adianta ser possível que "os membros do Conselho se reúnam na segunda-feira, para anunciar a sua demissão em bloco", o que seria "uma dura humilhação para o Governo".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.