A Dinamarca está empenhada numa "luta intensa contra o terror", titula o diário Jyllands-Posten. Segundo o FBI e os serviços de informação dinamarqueses, dois homens ligados à Al-Qaeda e detidos em Chicago tencionavam atacar, em Aarhus e Copenhaga, os postos do jornal que, em 2005, publicou as polémicas caricaturas de Maomé. Foi pensado um cenário alternativo: matar Kurt Westergaard, o autor da caricatura do profeta com uma bomba debaixo do turbante, e Flemming Rose, o responsável da secção Cultura e Debate do diário.
"O terror, as ameaças e a intimidação são as armas que os terroristas utilizam para, assim, tentar mudar o comportamento das pessoas e levá-las a agir de acordo com a sua vontade", escreve o Jyllands-Posten no seu editorial. "O fundamentalismo da ofensa constitui a maior ameaça à liberdade de expressão. Esse fundamentalismo pressupõe que uma pessoa tem um direito especial de reagir violentamente se for ofendida. Chegou o momento de dizermos: Basta!"
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.