Os consumidores flamengos estão agora na posse de um pequeno utensílio que lhes permite consumir de uma forma responsável: "O indicador carne para animais e meio ambiente". Este pequeno cartão, tipo cartão multibanco, regista cada alimento de origem animal em matéria de bem-estar do animal e da sua pegada ecológica, explica o diário Trouw. Neste sentido, a pegada de uma ave de capoeira é relativamente leve, apesar de as galinhas e os perus serem criados em condições muito desfavoráveis. Os inúmeros rótulos existentes "só têm em conta uma dimensão, ao passo que o consumidor precisa de ter uma visão de conjunto", explica ao Trouw o porta-voz da associação Porcos Angustiados, mentora da iniciativa. Há muito tempo que os consumidores flamengos se mostram sensíveis ao sofrimento dos animais na indústria intensiva e defendem a redução do consumo de carne, atendendo à grande importância da "utilização da água, desaparecimento da biodiversidade e emissões de gazes com efeito de estufa" relacionados com a criação.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.